Diagnóstico
Lemos faturas, demanda contratada, curva de consumo e contratos para dizer se vale a pena e quando migrar.

Mercado livre de energia
No mercado livre, a sua empresa negocia preço, prazo e fonte da energia direto com um fornecedor. A Sonnental faz o diagnóstico, adequa a medição e acompanha a migração, com a Mercatto na comercialização e gestão.
Desde janeiro de 2024, qualquer unidade atendida em média ou alta tensão pode escolher o fornecedor de energia.
Pode migrar sendo representada por um comercializador varejista, que cuida das obrigações na CCEE.
A Lei 15.269/2025 prevê a abertura para comércio e indústria em baixa tensão em até 24 meses e para residências em até 36 meses.
Lemos faturas, demanda contratada, curva de consumo e contratos para dizer se vale a pena e quando migrar.
Preço, prazo, flexibilidade e fonte: comparamos propostas com transparência sobre riscos.
A unidade precisa de medição adequada às regras da CCEE e da distribuidora. Fazemos o projeto e a obra.
A Mercatto, nossa parceira, cuida da compra de energia e da gestão do contrato depois da migração.
Viabilidade e cenários de economia.
Escolha do fornecedor e das condições.
Encerramento do contrato no mercado regulado, nos prazos da regra.
Adequação da medição e homologação.
Unidade operando no mercado livre, com gestão contínua.



Pela Lei 15.269/2025, quem migra ou amplia a demanda a partir de 24/11/2025 não tem mais o desconto na tarifa de uso da rede (TUSD/TUST) ao comprar energia incentivada. Quem já tinha mantém o direito. Nosso diagnóstico considera essa regra.
É o ambiente em que a empresa compra energia direto de um fornecedor, negociando preço, prazo e fonte. A distribuidora continua levando a energia até você e cobra pelo uso da rede.
Se é atendida em média ou alta tensão (grupo A), pode. Abaixo de 500 kW, a migração é feita por meio de um comercializador varejista.
Não existe percentual garantido: depende do seu perfil de consumo, do preço da energia no momento da contratação e das condições do contrato. O diagnóstico mostra os números do seu caso.
Não. A mesma distribuidora segue responsável pela rede e pelo atendimento técnico. Muda quem vende a energia.
Em geral, sim: a unidade precisa de um Sistema de Medição para Faturamento (SMF) adequado às regras da CCEE e da distribuidora. Fazemos essa adequação.
Pode. Uma usina zero grid reduz a energia comprada sem gerar excedente, o que combina com contratos de pouca flexibilidade.