Estudo do ponto de corte
Analisamos a curva de consumo da unidade para chegar à potência que aproveita o máximo sem desperdiçar geração.

Usina zero grid
Quando a rede não comporta a injeção, a subestação exigiria obras caras ou a empresa compra energia no mercado livre, a usina zero grid gera só o que a operação consome, no momento em que consome.
Quem consome durante o horário de sol aproveita quase toda a geração direto na operação.
Contratos com pouca flexibilidade não combinam com injetar excedente. O zero grid reduz a energia comprada sem sobra.
Quando a distribuidora não aprova a injeção, o zero grid é o caminho para gerar mesmo assim.
Sem exportar, dispensa adequações caras de transformador e proteção na entrada de energia que a injeção exigiria.
Analisamos a curva de consumo da unidade para chegar à potência que aproveita o máximo sem desperdiçar geração.
Um gerenciador de exportação (EPM) mede o consumo e comanda os inversores para acompanhar a carga em tempo real.
Toda usina zero grid precisa ser protocolada e aprovada pela distribuidora. Cuidamos do processo.
A instalação exige equipe de campo qualificada e acompanhamento da engenharia na partida e na operação.
Memória de massa, faturas e curva de carga da unidade.
Potência ideal por cenário: dias úteis, fins de semana, verão e inverno.
Projeto elétrico, ART e protocolo na distribuidora.
Usina, controlador de exportação e integração com a medição.
Comissionamento e acompanhamento dos primeiros meses de operação.



É uma usina conectada à rede que não exporta energia para a distribuidora. Um controlador ajusta a produção dos inversores ao consumo da unidade a cada instante.
A usina deixa de produzir o que não seria consumido. Por isso o estudo do ponto de corte é decisivo: ele define a potência que traz mais economia com menos geração limitada.
Sim. Toda usina zero grid deve ser protocolada e aprovada pela distribuidora local, conforme as normas vigentes.
Sim, e é um dos casos mais comuns: a usina reduz a energia comprada no contrato sem gerar excedente que o contrato não absorve.
Normalmente não. O pico de demanda pode acontecer fora do horário de sol. O ganho está na energia consumida, e o estudo mostra isso separado.